CARLOS
TÊ
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Carlos Alberto Gomes
Monteiro, nascido a 14 de Junho de 1955 na Rua da
Saudade, Cedofeita, Porto. Habilitações literárias:
curso de Filosofia pela Universidade do Porto. Colaborações em revistas de poesia (Avatar, Quebra-Noz, Pé-de-Cabra, editadas no Porto entre 1978 e 1981) e jornais (crónicas no caderno local do Público, de 1990 a 1994). Um romance publicado (O Voo melancólico do melro) e três contos (Contos Supranumerários). fonte: www.ruiveloso.net |
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| Carlos Tê co-produziu
com Mário Barreiros o álbum «Auto da Pimenta» de Rui
Veloso, experiência que retomaram com a produção dos
álbuns dos Clã. Principal letrista dos Clã: no álbum «LusoQualquerCoisa» foi autor de «Concurso do Método» e «Novas Babilónias» e co-escreveu, com Hélder Gonçalves, «Pois É», «Azar» e «Mr. Inútil»; e no segundo ábum, «Kazoo», foi autor de todas as letras à excepção de «I'm Free»; em «Lustro» também assina algumas das letras. Carlos Tê é igualmente cantor, como o demonstrou no álbum/projecto «A Voz e a Guitarra» no qual interpreta «Terra de Ninguém» e «Mágoa das Pedras». No álbum «Kazoo», os Clã agradecem a participação "solidária" da voz de Carlos Tê em «Caubói Solidário». OPINIÃO
DOS CLÃ (Clã in Revista Viva! Boavista nº 9) É um grande cúmplice nosso (risos). Desde o início que o Tê é uma pessoa em quem confiamos absolutamente, tem uma experiência enorme de fazer e reconhecer canções e de perceber alguns dos mistérios da música. Desde o primeiro trabalho que notámos que ele tinha uma capacidade extraordinária de se moldar à nossa música e de ter um discurso que nos cabia na pele. No caso do "Kazoo", as músicas seleccionadas tinham todas letras do Tê. Além disso, somos grandes amigos, vemos bola juntos (risos). (Manuela Azevedo in Revista On) Às vezes as pessoas dizem-nos: "o Carlos é mais velho do que vocês, ficou ligado ao boom do rock dos anos 80, ele é que fez o «Chico Fininho», se calhar ele é que é o pai do rock português!" (risos). Para nós, foi muito bom conhecê-lo e ainda mais ter essa relação de amizade e cumplicidade, porque acho que seria muito complicado doutra forma a gente conseguir trabalhar. Um grupo é uma coisa muito pessoal, assim como uma canção, e é impossível pegares num tipo que escreva muito bem e pedires para escrever uma letra para os Clã. Muito provavelmente, a letra não se vai encaixar naquilo que a gente pensa e no que queremos para as canções. Mesmo entre nós, as letras dão um certo trabalho, muitas vezes vão para trás, mas ele entende perfeitamente o nosso universo. Penso que ele tem connosco uma faceta diferente, há muitas pessoas que conhecem as letras dele que têm mais dificuldade em reconhecê-las nos Clã. (Hélder Gonçalves in Revista On) ENTREVISTAS
A CARLOS TÊ |